
Criadora do Blog da Ana Clara, formada em medicina pela UFMG, escreve sobre saúde no dia a dia.
Quando meu pai descobriu a cura para o cocô duro dele, já era tarde demais
para ele, mas ainda não é para você! Descubra como eu encontrei um
produto natural para o intestino preso.
Tempo de Leitura: 3 Minutos 🕑
Atualizado há 2 horas
Bom, tudo começou quando eu nem havia nascido. Meu pai era jovem, estava na casa dos 20 e poucos anos. Na época ele estava assumindo a gerência da loja de móveis do meu avô.
Meu avô, o seu Edgar, estava internado e logo faleceu. Foi um choque na família porque em um dia ele parecia muito bem e no outro já estava em um hospital, quase irreconhecível.
Naquela época a medicina não era como hoje, em uma cidade do interior então, nem se fala. Os médicos suspeitavam que podia ser um tumor na parte final do intestino mas não podiam confirmar nada.
Meu pai era como a maioria das pessoas. Comia de tudo um pouco mas também não exagerava nas besteiras, não fazia muito exercício mas também não era sedentário.
Não ficava doente frequentemente, quase nunca precisava ir ao hospital. Era uma pessoa normal.
Só uma coisa que o incomodava bastante, o cocô.
“Sai desse banheiro, Ademir!” – Minha mãe gritava.
Papai não ia muito no banheiro, mas quando ia ficava por minutos intermináveis.
No começo era só isso, nada que levasse alguém a se preocupar. Mas logo o tempo entre uma ida ao banheiro e outra foram aumentando.
Ele era aquele típico cara enfezado, se irritava fácil, sempre com aquela cara amarrada (mas só a cara mesmo porque o coração era gigante).
As vezes papai ficava até sete dias sem ir ao banheiro.
Minha mãe insistia para ele ir ao médico, mas homem sabe como é né?!
Até que um dia…
— Aaaaaai!!!
O grito do meu pai foi tão forte que deu pra escutar lá do quarto.
Naquele dia ele disse que sentiu uma dor muito forte, e quando olhou no papel tinha sangue.
Minha mãe ficou desesperada, e acho que ele também porque no mesmo dia ele marcou uma consulta.
— Bom dia Ademir, tudo bem?
— Tudo, doutor.
— O senhor está tendo dificuldades para ir ao banheiro, verdade?
— Isso mesmo.
— E quando isso começou?
— Ah, doutor, nem eu lembro. Acho que nasci assim, desde jovem demorava no banheiro. Mas agora percebi que ficou pior.
— O senhor sente dor na hora de fazer cocô?
— Sinto, principalmente se ele está mais duro.
— Qual cocô parece mais com o seu?
Pequenos fragmentos duros, semelhantes a nozes.
Em forma de salsicha, mas com grumos.
Em forma de salsicha, com fissuras à superfície.
Em forma de salsicha ou cobra (mais finas), mas suaves e macias.
Fezes fragmentadas, mas em pedaços, com contornos bem definidos e macias.
Em pedaços esfarrapados.
Líquidas.
— Normalmente o 3, mas algumas vezes o primeiro e o segundo também.
— O senhor sente que parece que mesmo quando você termina de fazer cocô, ainda tem mais pra fazer?
— Sinto, me incomoda bastante isso.
— Quando saiu sangue ontem, ele era de cor viva ou uma cor escura?
— Era um vermelho vivo, bem cor de sangue mesmo.
— E além do sangue, você lembra de mais alguma coisa?
— Eu lembro de sentir uma dor forte, parecia que estava passando vidro por lá.
— Bom, Ademir, eu vou pedir alguns exames por precaução mas apenas com o que o senhor me contou já posso te falar o que você tem.
— E é grave, doutor?
— Ainda não, mas vai ficar grave se você não tratar.
— E o que é?
— Esse sangue que você viu no papel higiênico é devido a uma fissura anal, um corte dentro de onde sai o cocô. Isso aconteceu porque, além disso, você também sofre com constipação intestinal. Você deve conhecer isso como intestino preso ou prisão de ventre.
Na hora meu pai nem imaginava, mas nas próximas semanas a vida dele, de todo nós na verdade, iria virar de cabeça para baixo.
Encurtando a história, o médico fez várias outras perguntas sobre ele, sobre a morte do pai dele, pediu alguns exames e em 3 semanas lá estava o papel que mudaria nossas vidas para sempre.
Diagnóstico: câncer colorretal.
Eu e meu pai sempre fomos muito próximos, principalmente depois da morte da minha mãe. Então receber aquele papel escrito a temida palavra com C foi devastador.
Mas não parava por aí! O câncer já havia se espalhado ao fígado por conta da demora que levou para ser diagnosticado, e mesmo com cirurgia a chance de sobrevivência do meu pai era menos que 50%.
Eu e meu pai no dia da inscrição da faculdade.
Eu estava terminando o 3º ano do ensino médio quando tudo isso aconteceu e até o momento eu não tinha decidido se faria faculdade e qual faria.
Naquele dia, depois que saímos da clínica, eu tinha certeza que queria ser médica e salvar a vida do meu pai.
Iniciamos nossa nova vida. Meu pai começou o ciclo de quimioterapia e eu meus estudos para conseguir entrar na faculdade de medicina.
Foram 3 longos anos de estudos, mas eu tinha um propósito maior então a cada derrota, cada vestibular que eu não passava me dava mais forças.
E um dia veio um dos milagres, passei na Universidade Federal de Minas Gerais, a 3ª melhor universidade do Brasil.
Durante esse período meu pai mudou bastante o estilo de vida dele, virou vegetariano, começou a caminhar todos os dias e até começou a ler a Bíblia.
Minha mãe era cristã e apesar disso ele nunca tinha se interessado em Deus.
Ele se sentia muito melhor, mas do ponto de vista médico o caso dele ainda não estava melhorando.
O câncer colorretal é o 3º câncer que mais mata no mundo, ele afeta a parte final do intestino, mas ainda não se sabe ao certo as causas dele.
Algumas coisas foram associadas como fatores de risco: má alimentação, pólipos intestinais, familiar que já teve câncer colorretal e a constipação intestinal, ou seja, intestino preso.
Mesmo com toda a mudança na dieta, fibras, água, exercício físico, vitaminas e todos os tipos de remédios e laxantes que você possa imaginar, ainda assim meu pai não conseguiu se livrar do intestino preso.
Hoje, com todos os meus estudos, eu acredito que o intestino preso é uma das principais coisas que leva a ter esse câncer.
Porque o contato das fezes com as paredes do intestino por períodos prolongados é tóxico para o corpo e para o intestino, aumentando assim as chances de desenvolver a doença.
No hospital onde o meu pai fazia o tratamento de quimioterapia havia um grupo de apoio ao paciente com câncer e a família.
Reunião do grupo de apoio que meu pai fazia parte.
Cheguei em casa naquele dia e comecei a minha pesquisa.
Páginas e mais páginas de leitura. Uma lista gigantesca de remédios.
Eu precisava encontrar algo que funcionasse rapidamente e que não tivesse efeitos colaterais, afinal meu pai tinha a saúde muito frágil.
E eu precisava depressa, meu pai estava sem ir ao banheiro há 7 dias.
Finalmente parecia que eu tinha encontrado algo.
Encontrei um produto natural que agia diretamente nos nervos do intestino, fazendo com que ele gradualmente fosse aprendendo a funcionar de novo.
Sem causar dores abdominais ou algum outro problema.
Investiguei e todos os ingredientes usados no produto e estavam autorizados pela ANVISA e a FDA (Food and Drugs Administration).
Pesquisei mais afundo, pois a saúde do meu pai estava em jogo e não poderia dar qualquer coisa para ele, mesmo que fosse natural.
Descobri que a pessoa responsável por criar esse produto era uma professora, que o filho sofria de intestino preso desde pequeno.
Ela passou anos criando fórmulas até encontrar uma que funcionava em 12 horas e que não tivesse nenhum tipo de química e efeitos maléficos.
Mostrei a fórmula para os médicos do hospital e para os meus professores, todos aprovaram e diziam que meu pai deveria experimentar.
E é claro que meu pai testou. Pediu para eu entrar na internet e comprar.
Quando chegou ele tomou no mesmo dia, e algumas horas depois ele estava indo ao banheiro, conforme prometia o anúncio.
Meu pai compartilhou o produto com o grupo de apoio do hospital, e mais uma vez todos ficaram maravilhados com o resultado.
Agora todos iam ao banheiro todos os dias.
Minha turma da faculdade de medicina.
Hoje faltam 3 meses para a minha formatura e infelizmente meu pai não me verá com o diploma na mão.
No mês passado ele teve que ser internado para realizar mais um ciclo de quimioterapia e durante esse internamente foi contaminado com o vírus da covid-19.
Por conta da sua saúde frágil, teve muitas complicações e foi mais uma vítima da pandemia.
Hoje eu não posso mais ajudar o meu pai, mas eu posso ajudar você. Posso ajudar a minha tia, meu vizinho e meus colegas de classe.
Algumas pesquisas relatam que a constipação intestinal afeta cerca de 30% dos brasileiros, mas eu acredito que é bem mais do que isso.
É muito fácil você descobrir se tem, é só ver se você tem alguns desses sintomas aqui embaixo:
• Ir ao banheiro menos de 3 vezes por semana;
• Dor ou dificuldade para fazer cocô;
• A sensação de que você é incapaz de esvaziar completamente o seu intestino;
• A sensação de que há algo bloqueando seu intestino;
• Gases;
• Inchaço.
Um dos últimos dias que passei com o meu pai.
Quando meu pai conseguiu se tratar já era tarde demais para ele. Não deixe ser para você também.
Intestino preso é um problema sério e tem que ser resolvido!
Sei que muitos que chegaram até aqui querem saber qual foi o produto que meu pai usou.
Quero deixar claro que não ganho nada com isso, apenas a alegria de poder ajudar alguém, como eu gostaria que tivesse ajudado o meu pai.
O produto que meu pai e outras pessoas do grupo de apoio usaram é um composto de fibras e bioativos naturais, ele tem efeito em até 12 horas depois do uso.
Não causa diarreia e nem dor abdominal e não interfere em outros medicamentos.
Ele é em pó então é fácil ingerir. Da pra colocar no café, suco, vitamina, iogurte, água e até na comida.
Meu pai tomava sempre com o cafezinho dele, toda manhã.
O nome é Intesclin e só vende pelo site deles www.intesclin.com.br
🚨 ATENÇÃO! 🚨
A nossa história repercutiu tanto que a empresa fabricante do Intesclin entrou em contato comigo para oferecer um DESCONTO EXCLUSIVO para todos aqui.
Como forma de agradecimento por você ter tirado um tempinho para ler a história do meu pai, deixo aqui o link com os descontos.
Compartilhe com o máximo de pessoas que puder e ajude a salvar uma vida. 🖤
Intestino preso é coisa séria!
últimas notícias
© Copyright 2000-2025 Saúde.
Saúde
© Copyright 2000-2025 Saúde.
princípios editoriais | política de privacidade | minha conta | anuncie conosco